Curiosidades sobre o Universo

Porque as estrelas brilham?

As estrelas são sois que ardem como o nosso e que, como ele, produzem calor e luz. Mas, como estão muito longe, muito mais que o nosso Sol, parecem-nos muito pequenas, como se fossem luzinhas.

Porque não brilham as estrelas de dia?

Há sempre estrelas no céu, mas não as vemos porque a luz do Sol é mais forte que a delas e as estrelas são menos brilhantes que ele.

Porque não há Sol de noite?

Porque então seria dia!

A Terra gira à volta dela como um enorme pião. O Sol só ilumina uma parte da Terra de cada vez. Nessa parte é dia, na outra é noite.

O Sol vê-se de todos os continentes?

Sim. O Sol vê-se de todos os continentes, mas não no mesmo momento. A Terra ao mesmo tempo que gira como um pião, roda também em redor do Sol. Cada continente tem a sua vez de, na devida altura, mergulhar na noite.

Porque usamos óculos quando está Sol?

Entre os raios que compõem a luz do Sol, os raios ultravioletas são os mais perigosos, pois provocam insolações e poderiam ferir a retina se os vidros coloridos não os impedissem de passar.

Porque não é a Lua sempre redonda?

Quando se vê a Lua é porque está iluminada pela luz do Sol. Mas às vezes o Sol, conforme o seu no céu apenas ilumina uma parte da Lua. O resto fica na simbra dando a impressão de que a Lua não é redonda.

Porque não se vê a Lua em certas noites?

Ela está no céu, mas não a vemos quando ela nos mostra a sua parte que está na sombra e não a parte que está iluminada. È também possível que uma cortina de nuvens a esconda da nossa vista ou que só apareça de madrugada.

Porque anda a Lua ao mesmo tempo que nós?

A Lua não anda ao mesmo tempo que nós, não nos acompanha. Vemo-la sempre quando nos deslocamos, pois ela está muito longe e muito alto e também porque é muito grande.

Porque são sete os dias da semana?

A Lua gira em torno da Terra mais ou menos vinte e oito dias, e durante esse período de tempo ela apresenta quatro aspectos diferentes: Lua Nova, Quarto Crescente, Lua Cheia e Quarto Minguante. Dividindo-se vinte e oito por quatro, obtêm-se sete dias… ou uma semana.

Porque tem o ano doze meses?

É preciso um ano para que a Terra complete a sua rotação à volta do Sol. Durante esse tempo a Lua descreve doze rotações em torno da Terra. O m~es corresponde aproximadamente à duração de cada uma dessas rotações. O calendário foi estabelecido segundo isso.

Porque há marés?

Quando o Sol ou a Lua estão por cima do mar, atraem a água para eles fazendo-o subir. Mas, como a Terra gira, o mar, quando os astro já não estão por cima dele volta a descer… e a maré fica baixa

 

Como ficar mais esperto…

Enquanto o seu Q.I. parece ser determinado geneticamente, portanto imutável, há ainda várias maneiras ficar mais inteligente, maximizando a sua inteligência funcional. Use bem a lista abaixo, pois estará investindo no seu maior patrimônio, sua mente.

10. Coma peixe

Peixes oleosos são ricos em DHA, um ácido graxo Omega-3 responsável por 40% da formação das membranas celulares e podem melhorar a neurotransmissão. O DHA é necessário para o desenvolvimento do cérebro do feto e vários estudos ligaram dietas com bastante peixe à redução do declínio mental com a idade avançada.

9. Beba chá

A cafeína do chá verde e preto faz o corpo pegar no tranco e afia a mente. Não é bom beber café e energéticos. Para um ganho cerebral excelente faça pausas regulares para beber chá. Doses pequenas durante o dia são melhores do que tomar uma única grande dose.

8. Sem pânico

Enquanto um leve nervosismo pode melhorar o desempenho cognitivo, períodos de estresse intenso nos transformam em neandertais. Tente controlar a sua respiração.

7. Mais devagar

Não existe o fenômeno anunciado por aí chamado de “leitura dinâmica”. Ao menos se o seu conceito de “leitura” significa compreender o texto. Estudos mostram que os leitores rápidos vão muito pior quando questionados sobre o texto. A resposta motora da retina, e o tempo que a imagem leva para ir da mácula para o tálamo e em seguida ao córtex visual para processamento, limita os olhos para cerca de 500 palavras por minuto, em eficiência máxima. O estudante universitário comum alcança,cerca da metade disto.

6. Mantenha-se afiado

Pesquisadores italianos descobriram que pessoas que tem mais de 65 anos que andam cerca de 9 km por semana em passo moderado tem 27% menos chance de desenvolver demência do que adultos sedentários. Os pesquisadores pensam que exercícios possam melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.

5. Pratique

Pratique os tipos de questões que aparecem nos testes de inteligência. Ao se preparar para problemas verbais, numéricos e espaciais, típicos dos exames psicrométricos, você pode melhorar o seu escore.

4. Zzzzzz

Tirar uma soneca rápida no escritório pode deixar seu chefe irritado? Informe-o que você, na verdade, merece uma promoção de acordo com os últimos resultados dos estudos sobre o sono. Um breve cochilo pode melhorar a sua memória, mesmo que dure apenas seis minutos.

3. Jogue videogame

Todo mundo que implorou por um videogame agora vai conhecer o melhor argumento para conseguir um: “Você não quer que eu tenha uma coordenação visual e motora inferior, quer?” Agora você pode falar que alguns jogos o tornam mais inteligente assim como o Brain Age, da Nintendo. Depois de esforços cuidadosos os jogadores “sentem seus cérebros rejuvenescerem”.

2. Exercícios

Estudos mostram que estudantes que praticam exercícios aeróbicos regulares ajudam a construir matéria cinza e branca no cérebros de adultos mais velhos. Em crianças o ponto alto foi o de levar a melhores performances em exames cognitivos.

1. Descubra

Aprender novas coisas pode reforçar o cérebro, especialmente se você acredita que pode aprender novas coisas. É um círculo vicioso: Quando você pensa que está tornando-se mais inteligente, você estuda mais, criando mais conexões entre os neurônios

Fonte: newskype.blogspot.com

 

Temas de Redação – atualidades

Apostas
A professora Vera Lúcia aponta os seguintes assuntos como apostas para os vestibulares de 2011:
enchentes no Rio de Janeiro ocorridas no início do ano;
terremoto e tsunami no Japão: pode ser cobrado o funcionamento das placas tectônicas e o país também pode virar tema de questões. “Podem vir questões bastante interessantes a partir daí”, ressalta Vera;
China: com a visita da presidente Dilma Roussef ao país, a China e os países chamados “Brics” (Brasil, Rússia, Índia, China e, mais recentemente, África do Sul) podem cair nas provas;
religião muçulmana e sua importância na África e no Oriente Médio;Israel e a Palestina;movimentos no norte da África e no Oriente Médio;Afeganistão e o Taleban;
abertura econômica de Cuba;dados do último censo brasileiro;energia nuclear e o “aniversário” de 25 anos do acidente nuclear em Chernobil, na Ucrânia.

Grandes temas
O professor Scalzaretto aponta três temas que são comuns todos os anos:
questão ambiental: “Dentro da questão ambiental tem um monte de pequenos assuntos que podem ser cobrados de maneira diferente, tais como aquecimento global, desmatamento e calota polar”, diz.
janela demográfica: “O Brasil está chegando em um momento histórico em que vamos chegar no maior número de população ativa. Esse intervalo de hoje até 2024 é conhecido como ‘janela demográfica’; é um momento em que temos um equilíbrio da população. Vários países aproveitaram isso para crescer economicamente, tais como a Coreia do Sul. A china está passando por isso e está aproveitando muito bem. É um assunto quente, difícil, complexo, e vale a pena estudá-lo”, explica.
problemas urbanos: “Todo ano cai problemas urbanos nos vestibulares – enchentes, favelamento, deslizamento de morro, ocupação de áreas de risco etc. A partir de uma foto ou matéria de jornal, é elaborada uma questão”, comenta.

Apesar de não serem cobrados detalhes factuais do noticiário, o professor recomenda a leitura de jornais, mas com sabedoria. “Vai ler jornal? Legal, mas tem que saber o que ler e como ler; a leitura tem que ser regida pelo vestibular”, diz. Ele explica que o estudante deve observar as notícias que tem relação com o que é ensinado no colégio e aquelas que estão em pauta por muitos dias. “Não adianta ficar lendo duas horas sem saber o que ler”, completa


Fonte: www.vestibular.uol.com.br

Gestão da água é estratégica para o futuro

O 3º Relatório Global das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos, elaborado com a participação da Unesco e divulgado este ano, conclui que a demanda global por água tem aumentado significativamente em função do crescimento e da mobilidade populacional, da elevação do padrão de vida de parte da população e de uma maior produção de alimentos e de energia, incluindo os biocombustíveis. Deve ser considerado ainda o impacto das mudanças climáticas como elemento adicional de perturbação do ciclo hidrológico.

Essas processos têm repercussões na qualidade e na disponibilidade de água, podendo resultar ainda em eventos extremos, tais como secas e enchentes, que muitas vezes são agravados em cenários de estresses hídricos ocasionados pela ação do homem e de conflitos pelo uso já presentes. Também são fatores que merecem atenção o comprometimento dos mananciais por efluentes e a interação da água com o lixo urbano, o que se deve, em países como o Brasil, ao saneamento insuficiente e à ausência de manejo abrangente de resíduos sólidos.

As questões relacionadas à água são também importantes para o desenvolvimento e o bem-estar. Assegurar o acesso a esse bem público de valor econômico e a disponibilidade para todos os usos, conforme previsto na Lei das Águas (Lei 9.433/97), converte-se em um desafio amplificado, cujo trato necessariamente se estende aos sistemas estaduais de gestão de recursos hídricos.

A boa governança no setor recursos hídricos é essencial. Mas deve haver integração com outros setores nos quais também são tomadas decisões que afetam a oferta e a qualidade da água para os usos prioritários, entre eles agricultura e energia – exigindo melhor gestão pública, parcerias e maior prestação de contas à sociedade. Nesse sentido, o Relatório ressalta que alguns países já iniciaram a integração da gestão de recursos hídricos com seus respectivos planos e políticas de desenvolvimento diante de um cenário de escassez.

Entretanto, no caso do Brasil,  ainda restam lacunas na operação dos instrumentos da gestão ambiental e das águas, além de inexistirem iguais recursos e mesmo capacidades técnicas para executá-los plenamente em todas as unidades federativas. Existem órgãos gestores de recursos hídricos mais e menos estruturados, e há estados em que eles inexistem. O Nordeste brasileiro tem áreas com distintos perfis hídricos e impedimentos importantes ao desenvolvimento – e à gestão de águas em particular. A escassez de recursos financeiros é um dos aspectos, ao passo que a qualificação técnica e quadros funcionais suficientes viabilizam as capacidades técnico-institucionais dos órgãos gestores para o cumprimento satisfatório de seus mandatos.

A Unesco é a agência especializada do Sistema Nações Unidas responsável pela capacitação para a gestão dos recursos hídricos, tendo como meta promover a gestão integrada e a revitalização das bacias hidrográficas em situação vulnerável. A estratégia consiste em melhorar as políticas de gestão, criar capacidades técnicas para a boa governança pública em águas e a educação ambiental em todos os níveis, catalisando vias de adaptação nas bacias hidrográficas e nos aqüíferos. Em particular, o planejamento estratégico da Organização visa a aprofundar, nos estados e municípios, os processos de capacitação em gestão de recursos hídricos, construindo competências para o gerenciamento público e privado das bacias hidrográficas, considerando as necessidades de desenvolvimento sustentável do Brasil.

Dessa forma, o planejamento e as ações da Organização são compatíveis com os desafios e as lacunas existentes para a gestão de águas nos estados do Nordeste, havendo convergência de finalidades e pontos de contato no plano das ações. A construção de capacidades técnicas e institucionais para a gestão – que vai além do treinamento e da formação – são o cerne das parcerias possíveis, pois consideramos que investimentos no setor e a execução plena dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos são primordiais para o crescimento econômico e o desenvolvimento social no Brasil.

Fonte: Envolverde/O Autor

Originalmente publicado em: http://www.rts.org.br

 

A Crise Política do Egito

Por Fernando Rebouças *

O “Dia da Revolta”, ocorrido no dia 25 de janeiro de 2011, foi o estopim inicial da onda de protestos e conflitos violentos entre os civis e as forças de segurança do governo egípcio. Nesse dia, milhares de manifestantes foram às ruas exigir reformas políticas e a queda do presidente ditador Hosni Mubarak.

Os principais pontos de confrontos ocorreram nas cidades do Cairo e Suez, e aos poucos, começou a avançar por outros pontos urbanos do Egito. O “Dia da Revolta” foi inspirado nas manifestações ocorridas em dezembro de 2010, na Tunísia, país onde a população conseguiu derrubar o presidente Zine Al-Abidine Ben Ali, influenciando o mundo árabe a questionar a presença de governos fechados e ditatoriais em seu sistema político.

Egito Wikimedia Commons

Há décadas, qualquer tipo de manifestação popular no Egito era proibida, o país foi governado por Mubarak desde 1981. Um dos principais agitadores das manifestações, o grupo Movimento 6 de Abril, é um grupo político de oposição que tem convocado milhares de civis para ocupar as principais ruas e praças de Cairo e Suez.

O Movimento 6 de Abril obteve o apoio do Irmãos Muçulmanos e da plataforma política liderada pelo Nobel da Paz, Mohamed ElBaradei, que retornou da Áustria para ajudar a liderar o movimento de oposição.

A grande maioria dos civis que ocupa as ruas é composta de jovens nascidos durante a década de 80, uma geração que têm herdado problemas econômicos como desemprego, corrupção política e ausência de investimentos sociais. As mulheres egípcias, consideradas passivas pela religiosidade do país, também começaram a participar ativamente dos protestos. A religião predominante no Egito é a Islã Sunita.

Muhammad Hosni Said Mubarak. Wikimedia Commons

Depois de quatro dias de protestos, o presidente Mubarak rompeu o silêncio e determinou a renúncia de todos os ministros de seu governo, nomeou novos ministros e criou o cargo de vice-presidente, cargo antes inexistente. Na tentativa de conter as manifestações, além da repressão direta contra os manifestantes, o governo determinou toque de recolher nas vias públicas, bloqueou as telecomunicações e a Internet.

Antes do bloqueio da Internet, os jovens egípcios, maioria entre os manifestantes, utilizaram as redes sociais para disseminar pensamentos contra o governo e organizar as concentrações públicas, mas, apesar do bloqueio, os manifestantes continuaram a se organizar nas ruas e a enfrentar as forças de segurança que passaram a contar com o apoio do exército egípcio.

Além das manifestações políticas, criminosos tiraram proveito da agitação popular para saquear estabelecimentos comerciais e museus históricos, mas não se sabe se todos os saques foram realizados por bandidos ou por manifestantes necessitados.

No dia 31 de janeiro de 2011, o governo do Egito ordenou que as Forças Armadas do país não utilizassem a força contra os manifestantes. No mundo inteiro iniciou-se um debate sobre a postura do exército e das forças de segurança nas ruas, perante o número de mortos e feridos entre os civis e militares. Nos sete primeiros dias, o número de mortos era de 138. No lugar de munição real, as Forças Armadas e as Tropas de Choque iniciaram o uso de gás lacrimogêneo e balas de borracha.

Referências bibliográficas:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/868259-oposicao-convoca-megaprotesto-e-rejeita-dialogo-no-egito.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/868401-governo-britanico-diz-que-repressao-vai-acabar-mal-no-egito.shtml

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/01/110125_egitoprotestos2_pai.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/868479-exercito-egipcio-nao-usara-forca-para-conter-protestos-diz-agencia.shtml

* Fernando Rebouças é formado em Propaganda e Marketing e Pós-graduando em Produção Editorial pela Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro.

Universidades poderão elaborar itens para as provas do Enem

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) lançou chamada pública convocando instituições públicas de educação superior interessadas em elaborar e revisar itens para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O objetivo é incluir universidades no processo de montagem das provas, ampliar o número de itens do banco nacional de itens em menos tempo e transferir às universidades públicas conhecimentos sobre avaliações em larga escala.

O Enem é composto por uma redação e quatro provas, cada uma de uma área do conhecimento: matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias. Cada prova é composta por 45 itens. O ideal é que o banco de itens tenha, no mínimo, 20 mil itens por área do conhecimento.

A chamada pública foi publicada na edição desta segunda-feira, 28, no Diário Oficial da União. Estabelece que as instituições – municipais, estaduais ou federais – interessadas em participar do processo se cadastrem pela internet. O período para cadastramento é de 30 de março a 15 de abril.

Após o cadastramento, o Inep oferecerá capacitação aos coordenadores gerais e coordenadores de área sobre os pressupostos teóricos e metodológicos sobre avaliação em larga escala, instrumentos de medida, matrizes de referência, elaboração e revisão de itens. Somente após as capacitações as instituições estarão credenciadas a participar do trabalho.

Após assinatura de termo de sigilo e compromisso, a instituição deverá capacitar elaboradores e revisores de itens – que deverão ser servidores ativos, na área de docência ou pesquisa. Eles vão elaborar os itens segundo a demanda do Inep e, após a conclusão do trabalho, enviar o conjunto de itens elaborados e revisados.

Esses itens serão, então, submetidos a revisão pelo Inep e, posteriormente, a pré-testagem. Apenas depois disso estarão prontos para compor o banco nacional de itens.

Para fazer a inscrição

Documentos

– Chamada pública
– Termo de sigilo e compromisso
– Modelo de plano de trabalho
– Modelo de termo de cooperação
– Minuta de convênio

Fonte: Assessoria de Imprensa do Inep